Páginas

domingo, 29 de novembro de 2009

Controle, controlar.. Outros, pessoas.. Nós!

Gostaria de ter controle de algumas pessoas, algumas situações, alguns desejos. As coisas ficariam tão simpes se cada pessoa fosse tão ela.
O desejo compulsivo de querer dominar a outra, sentir-se dominando outra pessoa parece ser um desejo tão bom, um desejo realizado, uma conquista vitoriosa.
Um sentimento de fogo repentino te faz suar frio, seu corpo é incontrolável, seu desejo é algo maior do que você. A pele da pessoa desejada chega a ser um vício, algo extremamente bom demais para poder continuar sem. Você vai abraçar o travisseiro, mas.. Cadê o cheiro dele? Não existe, não é o mesmo, o sentido de estar com o travisseiro não tem nexo. Vou começar a beber. Beber para esquecer o meu desejo de você, do teu cheiro, do teu beijo, da tua pele encostando na minha, das tuas mãos explorando meu corpo quente junto ao teu. Os teus olhos fazem falta toda manhã como a sua voz fica no meu subconsiente, como o meu corpo continua lhe desejando. O teu abraço é talvez necessário. Uma sensação de alivio eu fico quando estou ao teus braços, quando teus labios tocam ao meu, quando seu sorriso iluma meu dia.
O meu desejo tem nome, a minha vida, o meu amor, meu desejo, meu ar, meu sentimento mais profundo. Minha vida é uma pessoa, é um sentimento necessário, é algo realizado, é um fogo inapagavél, é um desejo inexplicável.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Game over.

Por onde começar se tenho tanta coisa a falar sobre a minha estadia aqui na casa escola?
HMM, já se passaram 6 anos desde que eu entrei aqui e parece que já foram mais de 10.
Os melhores momentos e melhores amigas eu fiz aqui. Melhores conselhos e melhores professores. Encontrei pessoas essenciais para a minha vida e o meu desenvolvimento.
4º ano foi aí que comecei.
Era tudo tão novo, tudo tão legal! Logo quando cheguei em sala de aula fui recebida por Gabriela Bandeira e Brenda Borges. Uma dela mais que essencial para mim até hoje na minha estadia na Casa Escola. A professora era Conceição. Ela era linda, dócil, gentil, meiga e totalmente paciente. Ela fez com que a cada dia, cada aula, cada momento na casa escola fosse especial e a cada minuto eu queria ficar mais aqui.
Todos os dias era uma luta para poder ir embora... Todo o dia era:
- Mãe, me deixa ficar mais 30 minutos? Por faaaaaaavor!
E todos os dias no final das aulas eram assim. E foi assim até o 7º ano.
E no meio deste ano eu conheci Tainá. Tainá Riveros Canto. Ela se tornou a minha melhor amiguinha, eu era carne e unha com ela, quando dava. A gente não estudava na mesma sala, quer dizer ela era do turno matutino e eu do vespertino. Conhecemo-nos em uma Fábrica de Biscoitos... Foi um passeio de toda a 3ª série!

5º ano foi aonde começou tudo;
E aonde tudo começou a desmoronar.
Nossa sala teve que se mudar para a manhã e para nós do 5º ano isto era um desastre, era um horror! Odiávamos as pessoas da manhã (algumas) e isto para gente, era como ficar cara a cara com nossas “rivais”.
Nós entramos na manhã com NOSSO grupo, a gente não nos comunicávamos com ninguém além das pessoas de nosso grupo. Mas, as meninas foram chegando com jeitinho e pegando a nossa amizade... Era estranho no começo porque a gente não gostava delas, mas depois a gente ficou amiga e ficamos todas juntas.
A gente conheceu pessoas ótimas também, pessoas mais velhas... Como Ayanne, Victor Morbin, Daniel Góes, César, André, Daniel e muito mais!
A gente ficou muito amiga dessas pessoas, principalmente eu e Gabi Bandeira. Nós éramos bem diferentes das meninas da nossa sala.
As nossas professoras neste ano não poderiam ter sido as melhores. Foram: Jeane; Ela teve que sair e então... Entrou: Rosana. Rosana ela teve que sair também, licença de maternidade. E então, entrou Guette. Logo no finalzinho do ano, mas isso não faria com que ela fosse menos especial do que as outras!
Logo então começou o 6º ano.
Nossa, esse ano foi uns dos melhores anos meus aqui na casa escola.
Eu conheci mais as pessoas que tinha conhecido do 5º, pois agora nossos intervalos eram em mesmo horário e tudo mais. Então fazer amizade era bem mais fácil. E, nada de pré conceitos porque eram mais velhos, pelo contrário, eles nos receberam de braços abertos mesmo. Quase todas as pessoas do Ensino Fundamental II eu era amiga, colega... Ou falava (não posso falar conhecida porque todos conheciam todos aqui na escola). Foi neste ano que eu conheci os melhores professores que já tive: Edivan: O melhor professor de matemática que eu já tive em minha vida. Josenildo: O mais chato de todos os professores... Mas eu o aturava, mas eu sabia que ele era chato para o meu bem. Adriana: A malvada. Todos tinham medo dela, dela não, das broncas dela. Rosana: A nossa professora no 6º ano de Geografia. E até uns meados do 7º ano. Ela era legal, bem calma. Alex: Alex, Alex, Alex... O Belo! Ele entrou e foi o mais engraçados de todos os professores, sempre bem humorado e bem distraído! E pode ter certeza que tiveram vários outros que irei somente citar o nome e alguns que irei citar no final desta história... Quer dizer, biografia escolar! Ainda tem: Jorge, Karla, Vaneise, Itanete e vários outros que não me vem a cabeça agora.
7º ano foi bem legal.
O 7º ano foi o MELHOR ano.
A nossa turma era A turma revoltada. Neste ano de 2007 foi bem perturbador, pois entrou o novo método do colégio e não sabíamos que iria ser implantado em nossa sala, nada comunicado, nada mesmo, quando chegamos à sala de aula logo depois do carnaval, tinha uma divisória entre a sala do 6/7º ano e comunicaram “O novo método vai ser implantado para todo o Ensino Fundamental II” nós nos revoltamos porque era uma coisa diferente e nova para a gente, uma coisa que não sabíamos como lidar, não sabíamos como iríamos encarar aquilo e a única maneira que conseguimos foi encarar isto de frente e tentar ver como seria dali pra frente. Para piorar a situação, chegou um professor de história novo: Wagner. Ele era o pior dos piores. Ninguém o agüentava, não só por causa do seu jeito horrível de falar com as pessoas e a sua ignorância estúpida, mas também pelo seu mau odor. Ele fedia e isto passava por toda sala. Nossa turma não aprendeu nada em história no 7º ano, pois toda vez que tinha aula dele, íamos para a coordenação ou então ficávamos conversando a aula inteira, claro que tinha aquelas pessoas que estudava por causa, que tinham medo da coordenação, mas eu, de fato, não fazia parte desse “grupinho comportado”.
8º ano.
Não foi o melhor ano na casa escola, mas também não foi o pior. Mas foi o meu melhor ano.
Foi o ano que eu conheci o menino que mudou a minha vida e ele faz muita diferença até hoje.
Na verdade, conheci vários meninos que mudaram a minha vida. Foi no 8º ano que eu conheci a Margot e virei mais que amiga da Julia, minhas grandes amigas até agora e quem sabe, até o dia em que eu não poder mais estar ao lado delas. Eu conheci Pedro Gentil, Lucas Matheus, João Pedro... Eles viraram grandes amigos. Eles me fizeram rir e algumas vezes chorar de raiva. Mas os momentos que iram marcar serão sempre os de risos e gargalhadas. O 8º ano foi o MEU ano. O ano que eu me descobri, e mostrei este meu eu para as pessoas. Foi ótimo, bom, perfeito! Não poderia ter sido melhor. Eu fiz muitas amizades e também fiz inimizades.
O 8º ano foi o ano que eu estudei com a minha vizinha/conselheira, e que eu conheci pessoas que eu vou levar comigo pelo resto de minha vida. Este ano eu me concentrei bem nos estudos apesar de várias coisas. Notas subiram e boletins ótimos, claro... Matemática as vezes ficava na mesma. Mas objetivos indo a tona e eu ficava cada dia mais feliz com meu desempenho e ver a minha tutora falando “Parabéns! Continue assim!”
Agora, estou no meu último ano e nunca pensei que iria ficar tanto tempo em uma escola e que me apegaria tanto a algumas pessoas que tem aqui. Também, não saberia que teria tanto medo de sair daqui algum dia, não digo medo.. Mas, eu tive os melhores... Não os melhores, mas uns dos melhores momentos da minha vida, com pessoas inesquecíveis. Nunca me imaginei fazendo este texto algum dia, nunca me imaginei também pintando a parede da sala de artes, nem estudando química, física e biologia com Jorge... Nunca pensei que estaria tendo a tão esperada aula da saudade de toda a turma do nono ano que se passa pela casa escola... Nunca pensei poder me sentir tão acolhida por uma escola como me senti aqui, a partir do primeiro dia, até o dia em que eu deixar, deixei aqui. Para sempre, todos os momentos ficaram guardados em meu coração.
Eu deixei o final para falar de alguns professores e funcionários que fizeram toda a minha história na Casa Escola, toda a minha estadia aqui, todo o meu conforto e toda a minha vontade de viver cada dia mais aqui. O primeiro vai ser Robério: De fato eu não tenho palavras para poder descrevê-lo. Robério era quem me dava atenção quando eu vinha para o Vôlei, era ele que me contava os babados do colégio e que vinha conversar comigo e que me dava apoio e consolando falando “vai dar tudo bem, o tempo vai curar”. Robério fez com que meus dias fossem mais animados quando eram tristes e fez com que os felizes se tornassem cada minuto melhores. Só de ver o sorriso dele na hora da entrada falando “Bom dia, Bruna” com aquele sorriso que contaminava todos... Era tudo que eu precisava ouvir e ver que eu tenho um exemplo de força e determinação para eu continuar vivendo meus sonhos e continuar sonhando, porque se você quer de verdade você consegue. Tudo isso era o que ele me transmitia.
Jorge, eu não sei como falar sobre ele, falar como ele é importante para mim em todos estes anos que eu passei aqui na casa escola, em todo este tempo de 6 anos e de que em quatro, ele pode me fazer super bem. Ele era aquele professor que todos amavam e que tínhamos certeza que esperávamos ansiosamente por cada aula, porque sabíamos que as aulas mais engraçadas e produtivas eram as deles, eu não sei o porquê dele ser tão especial para mim, não sei se é porque ele é professor de biologia e é uma área que eu gosto muito e me identifico muito também, ou se é visto que ele sempre está de bom humor e está sempre sorrindo para todos que passam e sempre com seu jeito brincalhão de ser... Ou então, pode ser por esses dois fatos que o fazem ser o professor mais perfeito que já tive. Eu só tenho que dizer obrigado por todas as broncas e por todas as coisas que ele já me ensinou e todas as lições de vida e ambientais que hoje eu tenho graças a ele.
Sinceramente eu vou falar da pessoa mais importante que entrou na minha vida depois que entrei na casa escola, Guette. Eu não consigo encontrar palavras nem clichês para definir ela e quanto eu a amo... Eu não sei dizer, mas ela se tornou praticamente a minha segunda mãe... A pessoa que eu sei que vai me escutar quando eu estiver com um problema e uma pessoa que eu sempre admirei. Saber que Guette sempre esteve ao meu lado todo este tempo só me deu forças para continuar a lutar pelos objetivos atrasados e dar a volta em lágrimas corridas... Ela além de minha professora e tutora, era minha confidente, minha amiga, minha segunda mãe. Eu ainda estou tentando encontrar palavras para defini-la... Eu também só tenho a agradecer sobre todos os sorrisos depois de brigar comigo e de todos os conselhos que sempre deram certo com meus “casinhos amorosos”. Eu só tenho é mesmo que agradecer por todo este tempo e só dizer que eu amo muito e com certeza é a pessoa que eu mais irei sentir falta quando sair daqui. Não digo falta nem saudade, é mais do que isto... Vai ser para sempre, uma ferida que irá ficar dentro do meu coração, apertando, toda vez que eu pensar nela, ou falarem algo sobre ela. Eu não tenho como medir meu carinho, amor, compaixão ou algo enorme que exista dentro de mim por ela... A única coisa que eu sei é que a amo, muito mais do que ela mesma possa imaginar.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Tentar limitar a saudade é uma atitude para fracassados, igual a mim...

     brunns.     diz:
*eu não sei falar de saudades não
*porque
*saudades é um vazio da pessoa que amas, um vazio inexplicável, não tem como limitar ou então dizer como é ter essas saudades, sentir elas, é unico, é um sentimento ruim e bom ao mesmo tempo.
Ruim, pois, você SABE que poderia estar com aquela pessoa, naquele exato momento que a dor aperta e faz com que você queira ela mais e mais ao teu lado, a cada milésimo de segundo do teu dia.
Bom, pois é isso que fortalece a cada a lutar a ficar ao lado dela, para todo o sempre que este sentimento lindo e contagiante ainda exsitir, pois, você sabe que quando você estiver ao lado dela, nada te atinge, pois, o mundo para você, enquanto tiver ela ao teu lado, não é nada, porque o seu mundo é ela, a sua vida é ela, o ar que você respira é ela, então.. Com ela, tudo sempre vai estar bem.


Eu estava conversando com Lucas. E.. De certa forma, eu gostei desse "texto". Dessa.. Limitação de saudade... E que na verdade, não se limita.. Nunca!

Minha droga.

Minha cabeça dói, meu corpo já não tem mais forças de continuar sem você.
Tornases uma droga, tão contagiante e tão boa... Viciante talvez será a palavra ideal.
Não existe palavra ideal para algo perfeito, que te consome, que agora és depende desse algo. É imprevisível o que pode acontecer no futuro, daqui a dois segundos.
Minha cabeça ainda dói, minhas mãos estão trêmulas.
São as consequências de dias e dias sem a minha droga predileta.
Parece ser uma combinação perfeita, feita somente para mim, para me fazer eternamente sua e dependente de você.
É impossível ter esta droga todos os dias, são poucos que a tenho. O que se torna um aprendizado de vida, uma forma de me superar, superar o meu desejo por ela.
É algo contagiante, transparente o modo de como eu a preciso, a necesisto em meu dia a dia. Quem conhece, sabe.. Quem não, as vezes fala que é antipatia.
É natural depender de algo por um tempo indefinido.
É natural começar a amar algo do nada.
Tantas coisas são naturais... Tantas.
Minha cabeça ainda dói, mas minhas mãos estão mais confiantes.
Falar da droga para mim talvez seja algo reconfortante, bom... Deixam as saudades dela de... Lado não, impossível, mas... Menos intensas.
Sinto ela comigo, como se estivesse me fazendo companhia enquanto a escrevo.
É tão estranho, mas tão o modo como dependo de você.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Saudades.

Sentir saudades do teu cheiro, da tua pele, do teu olhar para alguns parece ser até normal, mas para mim... Parece ser algo tão novo, tão bom e tão ruim ao mesmo tempo. Cada momento que sinto saudades, é a cada suspiro, cada respiração, cada piscada de olhos minha. Seus braços me acolhendo são como escudos, nada de ruim chega até mim, você me protege me deixa bem como ninguém consegue. As saudades de você me parece ser algo novo demais para poder controlar ou deixar de sentir... E algo que eu sei também é que deixar de sentir é algo impossível, pois você já se tornou parte de mim.

domingo, 22 de novembro de 2009

Sincericídio

Falar o que pensa é sinônimo de sinceridade? Não é de hoje que arrumo problemas por isso. Já mudei, e isso parecia ter sido superado a custo de pensar duas vezes antes de falar. Ultimamente falo o que penso, com apenas uma preocupação: Não ofender as pessoas. Quando se vive a 8 ou 80, há dias em que a intolerância toma conta. O que se diz não é o que se percebe, não há diálogo que se prolongue, se busca o silêncio. As palavras fluem, não raro, se portam de forma irônica, mau humoradas, desprovidas de qualquer emoção. A fala é suscetível de interpretação, deste modo, está fadada a criar mal entendidos. E por mais que você se esforce, na vida não há roteiros; Creio ser impossível se trair em pensamento; e se o mesmo se encontra em consonância com a franqueza e a honestidade, sim, falar o que pensa é sinônimo de sinceridade. Quando língua e cérebro caminham lado a lado sofre-se de sincericídio.

It's all about me.

Eu estava agora pensando...
Quem sou eu?

Estou totalmente programada para fazer aquilo que as pessoas pedem, mandam ou sei lá oque.
Eu estou a função das pessoas.
Meus pensamentos são sobre elas, falamos sobre a vida delas.
E a minha? Meus pensamentos fúteis estão exatamente em um lugar bem longe daqui e de mim, estão exatamente agora, em outra pessoa.
Sou tão rude com as pessoas.
Agora.
E antes?
Ah, idiota.
Era assim que me chamavam por trás.
E agora, o que eles dizem?
Rude, grossa, ignorante.
É, isso que eu sou. Isso que eu me tornei.
Não direi que as pessoas me fizeram assim, eu quis ser assim, eu quero ser assim. Não digo que parei de deixar de amar, mentira! Estou amando. E muito, por acaso. Não vou dizer que deixei de ser feliz, nunca.. Estou feliz, talvez, posso dizer, como nunca.
Me deixarei levar até o agude da felicidade, vamos ver no que isso vai dar.
Eu somente, me tornei uma pessoa que não liga para a opinião das pessoas.
Preciso cuidar de mim e parar de cuidar de você.
Cuidar dos seus problemas, da sua vida.
Cuidar da minha seria melhor.
Talvez, se eu cuidasse mais da minha vida, começasse a ME ouvir mais, eu teria menos problemas, teria menos medos, menos pessoas idiotas na minha vida sempre falando o que devo ou não devo fazer.
Penso: A vida é um aprendizado.
Então... Se ela é um aprendizado, temos que provar de tudo, até saber o que queremos certo?
Certo e errado.
Provar de tudo chega a ser idiotice.
E deixar de provar o que quer, é bobagem.
Quero aproveitar a vida do jeito que eu quiser, o jeito que der na telha.
A vida é tão curta para ditar o que é certo e errado...
Deixa eu morrer amando, morrer de chorar, morrer de ciúmes, morrer de amor, morrer de morte! Deixa eu viver da melhor maneira, deixa eu cometer meus erros, eles são meus, a vida é minha.
Sei que entrará mais gente, sei também que sairá, sei também que vão existir pessoas essenciais, como já existem.. E que espero tê-las eternamente ao meu lado.
Sei que dessa vida, terei um grande amor, uma amizade eterna, uma grande inimiga e grande realizações tiradas.

E que da minha vida, cuide eu.
Da minha transformação, que ela seja decorrente diante dos anos... Que ela seja diante dos meus olhos e que me acietem como eu sou.